Michel Foucault uns dos intelectuais psicopatas. Modelo de uma pessoa desvairada e uns dos gurus dos esquerdopatas.
O fascismo está de volta da academia. Uma biografia recente do filósofo existencialista Martin Heidegger revelou seu envolvimento profundo com o partido socialista nazista. Heidegger, pode ser o filósofo mais sofisticado e influente do século 20, foi um socialista-nazista ativo e ideologicamente comprometido.
sábado, 9 de agosto de 2014
quinta-feira, 10 de abril de 2014
"...delírios da chamada teoria de gênero, essa invenção de professores desocupados com problemas de identidade sexual." by Luiz Felipe Pondé
"...delírios da chamada teoria de gênero, essa invenção de professores desocupados com problemas de identidade sexual." by Luiz Felipe Pondé
Clique no link abaixo para acessar a matéria:
http://intelectuaisconservadores.blogspot.com.br/2014/04/delirios-da-chamada-teoria-de-genero.html
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
As “conquistas” do feminismo - (Escritora americana Camille Paglia, autora de Personas Sensuais)
As “conquistas” do feminismo - (Escritora americana Camille Paglia, autora de Personas Sensuais)
Clique no link abaixo para acessar a reportagem:http://generoediversidadenaescola.blogspot.com.br/2014/02/as-conquistas-do-feminismo-escritora.html
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sexta-feira, 23 de agosto de 2013
(VÍDEO) - EX-ESQUERDISTAS E FAMOSOS DENUNCIAM A ESQUERDA
(VÍDEO) - EX-ESQUERDISTAS E FAMOSOS DENUNCIAM A ESQUERDA
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
Curso Online, Gratuito e de Excelência Acadêmica: REVOLUÇÃO E MARXISMO CULTURAL pelo teólogo e filósofo católico Padre Paulo Ricardo
Curso Online, Gratuito e de Excelência Acadêmica: REVOLUÇÃO E MARXISMO CULTURAL pelo teólogo e filósofo católico Padre Paulo Ricardo
http://mentalidadeesquerdista.blogspot.com.br/2013/05/curso-revolucao-e-marxismo-cultural.html
sábado, 8 de dezembro de 2012
(Vídeo) - 21 de Janeiro de 2013 d.C - Será o primeiro ano de comemoração e Combate à Intolerância e Truculência Homossexual, e Ditadura das Minorias aos Valores Virtuosos.
(Vídeo) - 21 de Janeiro de 2013 d.C - Será o primeiro ano de comemoração e Combate à Intolerância e Truculência Homossexual, e Ditadura das Minorias aos Valores Virtuosos. Lançado pelo ICEC - Instituto de Cultura e Educação Calvinistahttp://intoleranciahomossexual.blogspot.com.br/2012/12/video-21-de-janeiro-de-2013-dc-sera-o.html
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Cientista da UNICAMP rebate Teoria da Evolução Parte 1
Cientista da UNICAMP rebate Teoria da Evolução Parte 1
http://quimicareformacional.blogspot.com.br/2012/11/cientista-da-unicamp-rebate-teoria-da.html
http://quimicareformacional.blogspot.com.br/2012/11/cientista-da-unicamp-rebate-teoria-da.html
sexta-feira, 12 de outubro de 2012
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
A demitificação e desmistificação de Heidegger
Heidegger
foi tudo menos original.
Imaginem
que alguém inventava uma determinada linguagem codificada — de tipo
linguagem computacional MSDOS do Windows, embora diferente deste no que diz
respeito à codificação dos símbolos — por forma a interagir com a
linguagem-máquina de um computador (a linguagem binária), e que lhe
permitisse construir programas informáticos que fizessem as mesmas coisas que,
por exemplo, o Windows faz. A “originalidade” desta nova linguagem seria
meramente formal, e não de conteúdo. E a originalidade propriamente dita não
pode ser apenas formal.
É
o que se passa com Heidegger. Ele criou um “código privado” para dizer
as mesmas coisas que outros pensadores tinham já dito — por exemplo, Nietzsche —
em uma linguagem tradicional e normal. E a criação, por parte de Heidegger,
desse “código linguístico” privado tem também um pouco a ver com o
tradicional complexo alemão em relação ao seu idioma que foi, até ao século XIX,
geralmente considerado “inferior”: mediante uma “complicação” artificial e
intencional da “linguagem-código”, Heidegger pretendeu afirmar a superioridade
da língua alemã em relação às outras línguas europeias (por exemplo, teimando na
superioridade poética de Hölderlin sobre todos os poetas da humanidade:
“Hölderlin über Alles”).
Por
exemplo, o conceito de “Cuidado” (Sorge), segundo Heidegger, é
apenas a transmutação para a sua (dele) “linguagem-código” do conceito
tradicional e cristão mais abrangente de “sentido de vida”, e do conceito de
“curare” das Confissões de Santo Agostinho. Nada de novo, na essência.
Heidegger
pegou na História da Filosofia, alterou a “linguagem-código” formal e
tradicional de interacção com a “linguagem-máquina” das Ideias, enviesou os
conceitos filosóficos em favor da pura imanência nietzscheana, e depois declarou
que aquilo que escreveu era exclusivamente da sua própria autoria e
originalidade.
Até
a “Viragem” de Heidegger (Kehre), que aconteceu depois da II
Guerra Mundial, foi apenas uma "nova edição" da série principal de romances
destinados a um determinado público apreciador da “linguagem-código” de
Heidegger — assim como, por exemplo, Agatha Christie, mediante o seu tipo de
linguagem característico, teve várias séries de romances policiais intercaladas
no tempo.
Em
termos de conteúdo, não há nada de novo em Heidegger — a não ser que o leitor
desconheça o que lhe é anterior no tempo; mas, neste caso, também não compreende
os romances de Heidegger.
O. Braga | Sexta-feira, 7 Setembro 2012
at 12:41 pm | Tags: Heidegger, linguagem, Martin Heidegger, Nietzsche | Categorias: filosofia, religiões políticas, Ut Edita | URL: http://wp.me/p2jQx-d1G
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